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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Foto de baixo da água ?





Essa e a novidade que a Sony lança com seu novo smartphone ,o  Xperia ZR  tem a capacidade  de gravar vídeos em HD e tirar fotos debaixo da água. A fabricante diz que o celular pode permanecer submerso por até 30 minutos a uma profundidade de 1,5 metros sem ser danificado. O aparelho conta com processador quad-core Snapdragon S4 Pro de 1,5 GHz, 2 GB de RAM e câmera de 13 megapixels e é compatível com redes 4G (LTE). O Xperia traz tela resistente a arranhões de 4,6 polegadas com resolução de 1280×720 pixels.  O sistema operacional é o Android 4.0.Além disso, possui os aplicativos Walkman, Álbum, Filmes e o OptiContrast Bravia para reduzir o brilho”, mesmo sob luz solar intensa. O aparelho só deve chegar ao mercado na metade do ano, e ainda não há previsão de preço.Acompanhe o vídeo abaixo :









terça-feira, 9 de abril de 2013

Aplicativo gratuito traduz voz e texto em português para língua de sinais



A ProDeaf, empresa que nasceu dentro da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) lançou na última terça (2) o aplicativo para Android da sua plataforma de tradução do português para Libras (Língua Brasileira de Sinais).
O app, que é gratuito e ganhará uma versão para iOS nas próximas semanas, compreende entrada de texto ou de voz em português e traduz para a linguagem voltada para surdos-mudos, por meio de um boneco virtual.
Para Aline Garcia Rodero Takahira, pesquisadora de morfologia da Libras na USP, o app pode melhorar. "O sistema ainda não apresenta todo o vocabulário da Libras. Na falta de alguns sinais, muitas vezes a palavra é exibida por meio do uso do alfabeto manual", diz. Contudo, segundo ela, tais defeitos são comuns a qualquer programa de tradução.
O diretor da ProDeaf, João Paulo Oliveira, diz que não pretende ganhar dinheiro com o app. "É um ganho social. A comunidade vinha pedindo, pressionando [para que ele fosse criado], e o custo para nós era muito baixo, pois a tecnologia já estava pronta", diz.
Oliveira conta que a empresa nasceu de um projeto acadêmico enquanto ainda era mestrando na universidade nordestina, quando conheceu Marcelo Amorim, que hoje é o consultor surdo entre os 12 membros da equipe.
Para desenvolver o projeto, a empresa recebeu um aporte de R$ 100 mil do CNPq (órgão federal de financiamento à pesquisa acadêmica) e patrocínios do Bradesco e da Telefônica.
Uma versão para Windows Phone do aplicativo também está sendo desenvolvida, segundo a companhia.
A capacidade de tradução inversa, com o reconhecimento dos gestos em Libras e tradução para o português, deve ser lançada ainda neste ano, diz Oliveira.
AUXÍLIO
O ProDeaf conta também com um dicionário eletrônico de português para Libras, que, para Takahira, é uma ferramenta útil para estudantes. Além disso, para ela, o ProDeaf pode ajudar na integração do surdo à sociedade.
Segundo o Censo 2010, há 9,7 milhões de brasileiros com deficiência auditiva.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Saiba o que esperar do smartphone que o Facebook deve lançar hoje



O Facebook dará nesta quinta-feira um passo importante para aprofundar suas raízes no terreno da mobilidade. A rede social prometeu revelar às 14h (horário de Brasília) “sua nova casa no Android”, expressão elíptica que apenas sugere o real produto: segundo analistas e fontes da imprensa, trata-se de um aparelho celular com sistema operacional Android modificado que terá a rede social como estrela. Ou seja, uma espécie de “telefone do Facebook”.
Rumores sobre um telefone com a marca do Facebook remontam a 2010, repetindo-se em sites especializados desde então — e prontamente negados pela rede social. Quase todas as notícias diziam que o smartphone seria fabricado pela HTC. Parece que, pelo menos nisso, os boatos tinham razão: duas fontes (uma delas funcionária do Facebook) confirmaram ao “New York Times” que a taiwanesa será a fabricante do aparelho. A asiática tem laços estreitos com a empresa de Zuckerberg, tendo lançado dois celulares — o HTC ChaCha e o HTC Salsa — com botão fixo de acesso à rede social.
Mas observadores das indústria esperam que o novo smartphone proporcione integração muito mais profunda. Brian Blau, diretor da área de tecnologia de consumo da firma de pesquisas global Gartner, prevê que a versão modificada do Android trará embarcados os vários aplicativos móveis já criados pelo Facebook (Messenger, Camera, Poke etc.). A câmera do celular, por exemplo, poderá estar diretamente integrada ao app da rede social para compartilhamento instantâneo das fotos. De acordo com o “NYT”, o feed de notícias do usuário no Facebook aparecerá assim que o telefone for ligado. Especula-se também que o sistema Android modificado se chamará “Home”.
A base de usuários do Facebook está rapidamente se transferindo do desktop para o smartphone. Mais da metade dos membros já acessa a rede por meio de celulares. O Facebook sabe disso, e está tentando transformar a experiência móvel em seu produto principal — disse ao GLOBO, por telefone, Blau, que estará no evento do Facebook na quarta-feira.
Especificações não muito avançadas
Blau acredita que o aparelho que deve ser lançado será o primeiro de muitos que o Facebook planeja colocar no mercado.
Os rumores indicam que o aparelho da HTC não terá especificações das mais avançadas. Como há muitas fabricantes Android no mundo, a rede social deve ser parceira de outras companhias e lançar novos aparelhos no futuro — afirma o analista, que não crê que o Facebook cogite fabricar ela própria os celulares: — Zuckerberg já disse diversas vez que sua empresa está focada em software, não em hardware. Acho que isso não mudou.
O site Upcoming View revelou no mês passado as especificações de um aparelho HTC chamado Myst, que seria o do Facebook. Esse celular teria tela de 4,3 polegadas (o iPhone 5 tem quatro polegadas), câmera de 5MP (a do iPhone 5 é 8MP), 1 GB de memória RAM (o novo Galaxy S4 tem o dobro). Outros sites informaram na terça-feira que o telefone será chamado HTC First, seá parecido com o iPhone e virá em várias cores.
Estratégia de fortalecimento de marca
O anúncio desta quarta acontecerá justamente no momento em que a empresa tenta provar que é capaz de gerar receita publicitária em celulares, onde as dimensões reduzidas da tela dificultam a veiculação de anúncios. Mas para Paulo Schiavon, diretor da agência de publicidade digital Enken, um smartphone centrado do Facebook não representaria incremento no faturamento com anúncios móveis:
O anunciante não quer saber em qual aparelho o Facebook está sendo acessado. O que um lançamento desses proporcionaria é um reforço importante na marca, como aconteceu com a Google depois do lançamento do Nexus 4 (fabricado pela LG).
Mas um celular do Facebook teria apelo junto aos consumidores? Para Brian Blau, da Gartner, “não há qualquer evidência de que os usuários do Facebook desejem um telefone criado pela rede social.”
Mas isso não significa que o aparelho não possa ser útil para uma parcela dos consumidores. Será um desafio para a empresa convencê-los disso — avaliou o analista da Gartner.
Segundo o “NYT”, antes será difícil convencer as operadoras a promover e subsidiar o telefone, pvisto que smartphones da HTC não têm tido bons resultados no mercado americano. Quanto ao Brasil paira outra dúvida: como o aparelho será lançado por aqui se a HTC parou de vender produtos no país no ano passado?

Conheça a evolução do telefone celular, que completa 40 anos


No dia 02 de abril o site O Globo Tecnologia publicou a evolução dos 40 anos do celular. Há exatos 40 anos, um engenheiro da Motorola realizou a primeira ligação feita em um telefone celular - o tijolaço Motorola DynaTAC - para tirar sarro de um rival da Bell, que pesquisava a mesma tecnologia. Conheça abaixo os aparelhos que marcaram a trajetória dessa inovação cada vez mais presente na vida cotidiana 


O pioneiro

DynaTAC 8000X - 1983
Foi do protótipo deste modelo que, em 3 de abril de 1973, Martin Copper, então engenheiro da Motorola, realizou a primeira chamada pública com um telefone celular. A histórica ligação foi feita da esquina da rua 56 com a Avenida Lexington, em Manhattan, Nova York. Do outro lado atendeu Joel Engel, que pesquisava a mesma tecnologia na rival Bell Labs. -Joel, aqui é o Marty. Estou te ligando de um telefone celular, de verdade - disse Cooper, na primeira chamada via celular. O Dynatac 8000X começou a ser comercializado apenas dez anos depois, em 1983. O aparelho media 33 centímetros e pesava mais de meio quilo. A bateria precisava ser recarregada após oito horas em standby ou uma hora de conversação. O preço, US$ 3.995 na época, cerca de US$ 10 mil em valores atualizados.




O celular 'micro'

MicroTAC 9800X - 1989
O MicroTAC 9800X, como o nome diz, era uma versão "micro" do DynaTAC. Na época, foi lançado como um "telefone de bolso". Em comparação com o antecessor, a diferença era realmente grande. O MicroTAC media "apenas" 22 centímetros, 11 a menos que o DynaTAC. O design era inovador, com a frente flip, muito comum nos aparelhos dos anos 1990 e 2000.



O avô do iPhone

Simon - 1994
O Simon é o primeiro aparelho a reunir funcionalidades de um palmtop com a de um telefone celular, o que o torna o percursor dos smartphones. Ele estava tão a frente do seu tempo que tinha sistema operacional e até tela touchscreen. Desenvolvido pela IBM em parceria com a Mitsubishi, vendeu cerca de 50 mil unidades e foi descontinuado poucos meses após o lançamento.





Nasce uma estrela

StarTAC 130 - 1996

A terceira geração de celulares Motorola revolucionou o mercado. Dos modelos anteriores, o StarTAC guarda apenas as últimas três letras no nome. Pela primeira vez, o design se tornou tão importante como a funcionalidade (lembre do celular com a bolsa). Leve e elegante, o aparelho foi eleito como o 6º melhor gadget da história por uma revista especializada em tecnologia.






A revolução BlackBerry

BlackBerry 5810 - 2002
O primeiro aparelho BlackBerry, lançado em 1999, era uma espécie de pager, que mandava e-mails e mensagens. Em 2002, o gadget virou celular. Mas não um celular comum: o BlackBerry 5810 tinha um teclado QWERTY. A novidade caiu no gosto dos consumidores e, em pouco tempo, outras fabricantes seguiram o exemplo.

 




O mais vendido

Nokia 1100 - 2003
Simples, com lanterna e barato, muito barato. Foi assim que o Nokia 1100 fez sucesso e se tornou o celular mais vendido da história. Foram 250 milhões de aparelhos vendidos, a maior parte em mercados emergentes na África e na Ásia.







Para clicar e ouvir

Nokia N70 - 2005
Antes da revolução do iPhone, a Nokia lançou no mercado o sofisticado N70, que aceitava aplicativos e vinha com duas câmeras, sendo uma de 2 MP. Foi um dos aparelhos que cristalizaram a mania de registrar tudo com o celular. Por trazer também um tocador de áudio e um sintonizador de rádio FM, o N70 foi importante para vender a ideia de que o celular poderia um dia substituir o iPod .

Um novo mundo

iPhone - 2007
Em tecnologia, pode-se dizer que existe um mundo antes do iPhone e outro depois do iPhone. Até 2007, a Apple era uma empresa cultuada por macmaníacos e fãs do iPod, ponto. No ano seguinte, o iPhone 3G foi o celular mais vendido do mundo, posto que era ocupado por algum aparelho Nokia desde 1998. Hoje, a companhia fundada por Steve Jobs é a mais valiosa do mundo, deixando para trás gigantes de outrora, como Microsoft e Google.





Falando pelo pulso

LG GD910 - 2009
Nos filmes de ficção científica dos anos 80, usar o relógio como telefone era uma visão do futuro. A LG foi além. O smartwatch GD910 não só liga como acessa a internet, faz videochamadas e aceita comandos por voz. Apple, Google e Samsung dizem estar desenvolvendo um produto semelhante.





Duelo de titãs

Galaxy SIII - 2012
Desde o lançamento, em 2007, o iPhone reinou absoluto no mercado de smartphones. A calmaria durou cinco anos, até a Samsung apresentar um competidor de peso: o Galaxy SIII. Apesar de não ter o charme que a marca Apple carrega, o aparelho é considerado por muitos o melhor disponível no mercado, pelo menos até o seu sucessor, o Galaxy S IV, chegar às prateleiras.